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Josianne Francia Cerasoli

 

Programa de História

Área 2: Dinâmicas e Linguagens Políticas

2.1) Historiografia, Espacialidades e Representações

Função: Professor Associado I
Prédio: Prédio dos Professores

cerasoli@unicamp.br

Professora e pesquisadora com formação em história (graduação e pós-graduação na Unicamp), doutorado na área de Política, Memória e Cidade (2004), sempre em diálogo com outros campos (como arquitetura e do urbanismo e educação). Em síntese, as áreas de atuação e interesse são: história política, história urbana, teoria e metodologia da história, linguagens políticas, educação midiática, com atenção a temas como cidadania, modernidade-modernizações, intersecções história-arquitetura e reflexões sobre teoria e história, sobre o ensino de história e sobre educação midiática. Atuou como docente nos diferentes níveis de ensino: educação básica (1991-2000), ensino superior (desde 2004), no Instituto de História da Universidade Federal de Uberlândia-UFU (até 2012) e no Departamento de História da Universidade Estadual de Campinas-Unicamp), nos cursos de graduação e pós-graduação (mestrado acadêmico e profissional e doutorado). Destaca-se nessa trajetória: coordenação do Centro Interdisciplinar de Estudos sobre a Cidade (CIEC), sede da Associação Ibero-americana de História Urbana (http://www.ifch.unicamp.br/ciec/), na qual atua desde a fundação (2013). Atua também como editora da Revista Urbana (www.periodicos.bc.unicamp.br/ojs) desde 2007; atuou no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência-PIBID (2013-2018), no Programa de Consolidação das Licenciaturas-Prodocência/CAPES (2013-2017), que originou o Laboratório das Licenciaturas do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp-L3 (onde atou entre 2017 e 2021) e no Centro de Humanidades Digitais (onde atua desde 2020). É membro dos grupos de pesquisas (CNPq): "Cultura, arquitetura e cidade na América Latina" e "História e linguagens políticas: razão, sentimentos e sensibilidades". Coordenou o Observatório de Direitos Humanos, órgão da Diretoria Executiva de Direitos Humanos da Unicamp (2019-2023). Foi membro da diretoria da Associação Nacional de História seção São Paulo-ANPUH-SP (que presidiu entre 2018 e 2024). 

PRINCIPAIS TRABALHOS ACADÊMICOS

1. FREITAS NETO, José A.. Percorrendo o vazio: intelectuais e a construção da Argentina no século XIX. 1ª edição. São Paulo: Intermeios, 2021. 228p 


2. FREITAS NETO, José A.. Bartolomé de Las Casas: a narrativa trágica, o amor cristão e a memória americana. 1ª edição. São Paulo: Annablume, 2003. 236p 


3. FREITAS NETO, José A.; TASINAFO, Célio Ricardo. História Geral e do Brasil. 3ª edição (2ª edição 2011). São Paulo: Harbra, 2015. 980p


4. FREITAS NETO, José A.; MORAIS, Marcus Vinícius de. Teias da História Geral e do Brasil. 1ª edição. São Paulo: Harbra, 2023. 736p


5. FREITAS NETO, José A.. Un siglo todo de señales: o trabalho intelectual em Buenos Aires e as demandas expostas em La Moda (1837-1838). Territórios & Fronteiras, Cuiabá, MT,  v. 6, n. 2 p. 166-187, 2013

 
6. FREITAS NETO, José A.. A reforma universitária de Córdoba (1918): um manifesto por uma universidade latino-americana. Revista Ensino Superior Unicamp, v. 3, p. 62-70, 2011


7. FREITAS NETO, José A.. HISTÓRIA E NAÇÃO: Embates sobre a construção da Argentina (1810-1862). Temas & Matizes, v. 9, n. 18, p. 19-30, 2012


8. FREITAS NETO, José A.. Mitre e a edificação de um patrimônio historiográfico argentino. História da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography, Ouro Preto, MG,  v. 4, n. 7, p. 78–93, 2011


9. FREITAS NETO, José A.. A formação da nação e o vazio na narrativa argentina: ficção e civilização no século XIX. Esboços: histórias em contextos globais, v. 15, n. 20, p. 189-204, 2008
 

10. FREITAS NETO, José A.. O resgate da crônica, questões sobre etnia e a identidade na América hispânica do XIX. Ideias (Unicamp-Ifch), Campinas, ano 11, n.1, p. 19-26, 2004

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PRINCIPAL PROJETO DE PESQUISA

 

Política, cidade e estética  

Política, cidade e estética. O entendimento da política como uma prática instrumental, um trabalho de montagem e desmontagem, organização, modelagem e redistribuição, inclusive espacialmente, de dimensões materiais e imateriais, como explora Mbembe (Brutalismo), fundamenta a perspectiva de ser uma história política o solo sob o qual são construídas as leituras sobre a história urbana e também sobre a história da arquitetura e do urbanismo moderno. A centralidade da dimensão política praticamente impõe a essa história a criticidade permanente, anticanônica, em vigília em torno dos pressupostos com os quais temos construído nossas interpretações e mesmo nossas críticas na historiografia voltada a esses temas. A partir deste entendimento, este projeto estuda as formas materiais e as formas de pensamento sobre a cidade e os espaços como partes do "sistema-mundo colonial-moderno", considerando essas dimensões simultaneamente imbricadas, mutuamente implicadas. Considera ainda a importância central de se aprofundar uma educação estético-política, nos termos em que reflete Spivak (An Aesthetic Education in the Era of Globalization), a fim de mobilizar melhores referenciais para nos situarmos diante das sensibilidades e linguagens persuasivas operantes em nosso cotidiano.

Página do Projeto

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